sábado, 6 de julho de 2013

O Ministério da Saúde adverte!

Há quem diga que o teatro é uma droga daqueles que te tornam dependente e que provocam inúmeras reações. E é tão poderoso que basta experimentar uma única vez para viciar e não querer largar nunca mais.

Algumas outras pessoas dizem que o teatro é uma doença. Daquelas que se pega no ar, basta entrar num teatro e pisar num palco e pronto: INFECTADO! E algumas vezes, a “doença” do teatro pode ser genética. Uma vez infectado, o teatro fica gravado no DNA e pode ser transmitido por gerações e gerações seguidas.

Eu acho que o teatro tá mais pra um fungo, uma larvinha ou um parasita, tipo um bicho geográfico, sabe? Ele penetra na pele e vai tomando conta do corpo todo... Até que chega ao coração. E aí já era! Você será um eterno apaixonado por teatro! Bichinho danado esse, não?

Seja como for, uma vez contaminado, infectado, conquistado, arrebatado verdadeiramente pela magia do teatro, não há como abandoná-lo! As exceções que conseguem se desprender desse vício, é porque são naturalmente imunes aos encantos desta arte.

Como disse Fernanda Montenegro quando questionada sobre qual conselho daria à um ator em início de carreira: “Desista!... Confundem teatro com liberdades, licenciosidades, glórias, paetês, retrato no jornal, riquezas."... Porém,... "se morrer porque não está fazendo isso, se adoecer, se ficar em tal desassossego que não tem nem como dormir, aí volte, mas se não passar por esse distanciamento e pela necessidade dessas tábuas aqui, não é do ramo".


E o Ministério da Saúde adverte: não há vacina, tratamento e nem muito menos cura para a doença (amor, dependência, vício) pelo teatro! Ainda bem!

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